quinta-feira, 4 de junho de 2009

quarta-feira, 11 de março de 2009

CRI$E


CRI$E?

 

Todo mundo fala na crise.

Todo mundo teme a crise.

Todo mundo acha que vai perder o emprego por causa da crise.

Todo mundo acha que vai falir por conta da crise.

 

A crise não passa de um reflexo do medo e da irresponsabilidade de homens que eram considerados “magos” do mundo empresarial e que agora não passam de parias de uma sociedade deformada pelo medo de perder as suas casas, carros, empregos e vidas.

 

Quantas pessoas precisarão se sacrificar por causa da crise? Quantas pessoas vão ter que sofrer com a crise?

 

Na propaganda não há espaço para especulação. Ou a campanha funciona ou não! Ou o produto é bom ou não! Ao contrário do que muitos pensam, a propaganda não é enganação. Ela evidencia características positivas de um produto ou serviço, não inventa.

 

O que as melhores empresas estão fazendo em tempos de crise a mando dos melhores executivos? Investindo em propaganda!

 

Uma empresa que entra em dificuldades corta logo a verba de comunicação, pois acredita que a comunicação é um gasto, e não um custo ou investimento. Estas empresas são as primeiras a sucumbir perante a instabilidade do mercado internacional.

 

Empresas sólidas, tradicionais, conhecidas e que investem em propaganda são as que mais aumentam a sua participação no mercado em tempos de desequilíbrio no mercado.

 

A N Ideias compartilha estes pensamentos com quem desejar. Clientes, agências, profissionais, todos os envolvidos no círculo da comunicação devem compartilhar das mesmas opiniões para que possamos gerar uma conscientização maior sobre a necessidade de uma propaganda planejada e eficaz em tempos de crise. 

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Os 10 Mandamentos da Nova Regra Ortográfica

Um dia, os sábios da Língua Portuguesa desceram a montanha após uma revelação divina. 
Neste dia o sol brilhava, os pássaros cantavam, os cães ladravam e a trema chorava.
Os sábios do ocidente haviam recebido uma "táuba" que lhes guiaria até a "língua prometida", o português que seria escrito uniformemente em todos os países de Língua Portuguesa.
A revelação das "táubas" com os 10 mandamentos foi revelada e, a partir de janeiro de 2009, TODOS OS SEUS PROBLEMAS ACABARAM (segundo os sábios). Vamos aos mandamentos:

1-      Não renegarás o K, o W e o Y.

 

Usados, porém clandestinos, há muito tempo, as letras K, W e Y voltam ao seu lugar de direito no alfabeto, que volta a ter 26 letras.

 

 

2-      Não usarás hífen quando o primeiro elemento terminar com letra diferente da letra inicial do segundo.

 

Um exemplo: auto-estrada agora é autoestrada.

 

3-      Não usarás hífen quando o primeiro elemento terminar com vogal e o segundo começar com consoante (ou o contrário). Há exceções, como mal-estar.

 

*Parágrafo único: dobrarás as letras R e S nestes casos.

 

Exemplos: anteprojeto, infravermelho, autorretrato, ultrassonografia.

 

4-      Usarás o hífen quando o segundo elemento começar com H.

 

Exemplos: co-herdeiro, mini-hotel, sobre-humano.

 

5-      Usarás o hífen quando a última letra do primeiro elemento e a primeira letra do segundo elemento forem iguais.

 

Exemplos: micro-ondas, contra-ataque, arqui-inimigo, micro-ônibus.

 

*Parágrafo único: prefixos como ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró e vice seguem normas específicas e podem exigir, ou não, o uso de hífen.

 

ALGUMAS REGRAS ESPECÍFICAS:

 

O prefixo sub deve ser usado com hífen diante de R.

Exemplos: sub-região, sub-reitor.

 

Com os prefixos circum e pan, o hífen é usado diante de M, N, H e vogal.

Exemplos: circum-navegação, pan-americano.

 

O prefixo co junta-se sem hífen à segunda palavra, com exceção das iniciadas com H.

Exemplos: coautor, cooperar, corresponsável, co-herdeiro.

 

PENDÊNCIAS: O texto do Acordo Ortográfico não é específico com relação ao uso do hífen em algumas palavras compostas. A publicação do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, pela Academia Brasileira de Letras, prevista para fevereiro de 2009, resolverá essas pendências.

 

6- Não usarás acento agudo em ditongos (encontro de duas vogais na mesma sílaba) abertos éi ói, nem no i e u tônicos quando vierem depois de ditongos, das palavras paroxítonas (nas quais a penúltima sílaba é a tônica).

 

Exemplos: Jiboia, Coreia, ideia, Bocaiuva, feiura.

 

*Parágrafo único: palavras como gêiser, contêiner e blêiser continuam a ter acento por terminarem em R.

 

7- Não usarás acento agudo na letra U dos grupos QUE/QUI GUE/GUI em formas dos verbos como apaziguar e averiguar.

 

Exemplos:

Antes Depois

Apazigúe Apazigue

Averigúe Averigue

 

8-     Não usarás o trema. Apenas em nomes próprios como Müller e Bündchen.

 

9-     Não usarás o acento circunflexo em palavras terminadas em êem e ôo(s).

 

Exemplos: creem, voo, perdoo.

 

*Parágrafo único: o acento permanece no plural dos verbos ter e vir, incluindo os seus derivados (manter, conter, convir, advir).

 

10- Não mais utilizarás o acento diferencial.

 

Exemplos: pelo e pêlo, para e pára.

 

*Parágrafo único: continua a existir o acento diferencial entre pode e pôde (verbo poder) e por (preposição) e pôr (verbo).




Agora vamos treinar muito, pois mudanças são complexas e esse bendito hífen ficou mais complicado ainda de se entender.


Brunno Lacerda

Redator, ponto.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Ninguém merece!


Estamos cansados de ouvir os políticos dizendo que são “honestos” e que “não têm provas” ao seu respeito. É sempre a mesma “ladainha”! Como diz a atriz global que participava da falecida Escolinha do Professor Raimundo: “Ninguém merece!”.

Ao ler e ouvir as notícias diárias do Brasil e do mundo, sempre ouvimos os políticos interpretando essa mesma cena, com essas mesmas desculpas, com essa mesma fala, “UMA MESMA MESMICE DE SEMPRE” (credo!).
Mas olha só, não é que alguns deles são ótimos atores e podem até fazer parte dos testes para elenco da próxima novela da Rede Globo! Ou também, (e essa área a mais indicada) seguir a mesma carreira humorística que a atriz global citada acima, a loirinha Heloísa Perissé.

Um desses futuros humoristas que é muito cotado para ser um dos novos artistas renomados da empresa Global, e é um bom exemplo de atuação, é o digníssimo ex-ministro-chefe da Casa Civil e ex-deputado petista José Dirceu. O Zezinho, conhecido nosso de velha data, já tem muita experiência nesse ramo de interpretação. Há alguns anos (a gente prefere esquecer né), depois dos vários escândalos do mensalão (nossa mensalidade para o bolso dos políticos), o Zé foi tentar dar uma “palestra” numa faculdade, como uma ilustre pessoa intelectual e competente na sua área (aram!sei...). E com grande triunfo, os estudantes da universidade aprovaram sua interpretação.

E como aprovaram e adoraram sua atuação!
Ele foi muito bem nesse teste prático para ator, não ficou nervoso, nem tenso, falou o texto corretamente e ainda teve uma boa expressão corporal. Ele manja! Os alunos conseguiram absorver o que ele estava passando na sua apresentação e o aplaudiram fervorosamente chamando a vossa senhoria de “ladrão”, “corrupto” e blá, blá, blá.
Também declararam que ele é uma pessoa talentosa, com palavras do tipo “filho da p.”. Uma coisa! Sucesso total! Exclamou a platéia depois do espetáculo: “bis”, “bis”!
Falando em “bis”, fiquei com uma vontade de comer aquele chocolate com esse mesmo nome, sabe aquele? Mas, porém, contudo, todavia o nosso queridinho Zezinho Dirceu, com a colaboração firme e forte dos seus amiguinhos atores do Ministério Público compraram todos os “Bis” dos supermercados, mercearias, padarias e lojas de R$1,99 (que quase não tem coisa de R$ 1,99 por falar nelas) para eles com o nosso dinheiro, e ainda ficaram com o troco.

Egoístas heim! Esses políticos na nossa querida nação brasileira são mesmo uns artistas renomados e a gente ainda tem que pagar para ver né.
Ninguém merece!

Por Larissa Campos
Redação N Idéias Comunicação

Reveillon Castelli 2009





















quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

O Universo Publicitário





















Por: Brunno Lacerda

Neste universo, temos campanhas, peças individuais, virais, agências, estrelas... várias estrelas a iluminarem um leque inimaginável de oportunidades e opções para uma comunicação bem feita e de impacto. Cada agência e cada campanha são estrelas e enquanto umas brilham, outras se apagam, continuando este ciclo infindável que movimenta e dá brilho inconstante a este universo tão vasto e diversificado.
Há, no entanto, várias ameaças ao brilho de novas estrelas, ou de estrelas antigas, porém, com muita energia pra queimar. Uma das maiores ameaças, entre cometas e meteoros, são os buracos negros. Ora, mas o que são buracos negros no Universo Publicitário? São ameaças constantes à criatividade e ao livre pensamento, que sugam para o vazio a luz das idéias de profissionais treinados para resolver os problemas de comunicação do cliente, os próprios clientes.
Sim, eles, a razão do nosso existir, e a razão da nossa existência não ser mais sublime ainda. Com seus pedidos leigos, quase ingênuos, de quem acha que entende do assunto só porque está fornecendo os meios para a operação, eles surgem, com seus splashs, seus pontos de exclamação, suas cores berrantes, sua poluição visual, seu ponto de vista pessoal que nada tem a ver com as reais necessidades daquela comunicação.
Uma vez, foi-me dito que um cliente de certa agência, que tinha por público alvo mulheres na faixa entre os 40 e 60 anos, reivindicou veementemente que fosse alterada a veiculação de um VT na TV aberta do programa da Ana Maria Braga para o Chumbo Grosso. Questionado sobre o porque, após muitas tentativas de dissuasão, ele exclamou que o motivo era que ele não assistia Ana Maria Braga, mas ele e os amigos assistiam Chumbo Grosso, ou seja, ele não dava a mínima se a comunicação ia dar certo ou não, tudo o que ele queria era mostrar para si e para os amigos um comercial na televisão da sua empresa.
Temos que lidar com clientes assim diariamente. Clientes que acham que o seu gosto pessoal pode ser misturado com os objetivos da comunicação e que crêem que a sua visão é, inevitável e invariavelmente, a visão dos seus clientes e consumidores em potencial. Cabe, portanto, às agências, mostrar a esses clientes o que realmente é necessário, afinal de contas os profissionais somos nós, publicitários, que estudamos, trabalhamos e investimos na nossa formação e informação para que pudéssemos atender às mais altas expectativas do mercado. Nós, com a nossa visão externa à da empresa e com o nosso olhar imparcial, temos que ser responsáveis por frear os impulsos multicoloridos dos nossos clientes para mostrar a eles o caminho certo da publicidade moderna, objetiva e voltada ao consumidor.